quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Frases soltas!
















Tenta sonhar sob este silêncio que nos rodeia, pois só assim encontrarás a verdade e o caminho certo.
***
Preciso de recorrer ao teu silêncio para entender o que queres falar.
***
Só no silêncio ouço o teu amor.
***
Hipnotizas-me com o teu silêncio articulado.
***
Escuto silenciosamente o teu amor a bater por mim.
***
Escuta o compasso calado que percorre o meu corpo e entra no teu ritmo.
***
Alimenta-me com um sorriso e sacia-me com um beijo.
***
A vida é curta demais para a perdermos com palavras.
***
Que seja a tua boca a calar-me quando não estiver lúcida!
***
Quando te sentires sozinho, dorme. Porque irei à tua procura pelo sonho.
***
Não digo que quero ficar contigo para sempre porque acabaremos por morrer.
***
Que a sabedoria de uma vida ilumine o amor que não acaba.
***
Que a paixão nos consuma e nos regenere.
***
Que a eternidade seja mínima ao lado do nosso amor.
***
Que as palavras nunca cheguem para traduzir todo o sentimento.

Silêncio barulhento

Escuto o silêncio que me envolve
E me diz aquilo que não quero ouvir!
Grito-lhe que vá,
Que me deixe em paz,
Mas a sua teimosia é grandiosa demais
Face à vontade que toma conta de mim.
Pára de me dizer que estou errada,
Pára de me dizer que não é este o caminho!
Eu sei para onde vou,
Sei para onde quero ir,
Mesmo que os olhos permaneçam fechados
E me guie por aquela luz escura
Que ofusca o horizonte desejado.
Não temerei os vales montanhosos desta vida,
Nadarei com força no deserto quente
Como se corresse desenfreada pelo oceano..
Vai-te embora silêncio..
Deixa-me em paz..
Deixa-me ouvir a voz dentro de mim!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Não sei, ou sei?

Não sei…
Como tudo começou…
Como tudo aconteceu…
Só sei que sinto falta,
Do teu olhar a fitar o meu,
Do teu maravilhoso sorriso,
Do teu toque
Quando me puxas para a berma
Quando a estrada é pequena demais
Para mim e para os carros!
Sinto falta da tua voz
Quando falas atenciosamente comigo.
Não sei de onde vieste,
Nem para onde vais,
Mas sei que quero ir contigo!

Procuro-te













Procuro a felicidade…
Procuro alguém…
Que me faça sorrir
E amar sem medida!
Só quer estar bem contigo,
Poder-te mostrar porque me fazes sorrir!
Quero vencer os medos,
As teias escuras que me vão prendendo
E me impedem de acreditar.
Neste momento estou de alma vazia,
Livre para recontar uma história
E quero que sejas o actor principal!
Que sejam as tuas mãos a pegar na pena
E que as paginas da minha vida tenham a tua caligrafia.
Quero que sejas o dono das horas dos meus dias
E que sejas o comandante dos seus ponteiros!

Nós














Ouve a minha voz a gritar por ti…
Segue-a quando te sentires perdido
E agarra a minha mão nos momentos instáveis.
Conta comigo para construíres a tua felicidade
Pois quero estar ao teu lado para o bem e para o mal,
Correr contigo pelos vales
Mas também escalar as montanhas.
Farei força contra o vento,
E não terei medo das tempestades.
Porque basta o meu sol aparecer
Para o dia ficar belo e sorridente.
Por mais alta que seja a montanha,
Por mais forte que seja o vento,
Eu vou ser teimosa e não tombarei…
E nunca esquecerei aquele dia
Em que abrimos o jogo e apenas dissemos:
“E porque não tentar?”

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Natal!

Sento-me à mesa,
Procurando o cheiro adocicado
Desta consoada que me espera!
Uma mesa cheia de cores, sabores e texturas
Que anseiam ser devoradas
Por aqueles que as desejam!
Abençoada seja esta dádiva
Que nos mete um sorriso na cara
E nos faz esquecer por momentos
Aqueles que nada têm ou recebem!
Felizes aqueles que acreditam no Pai Natal,
Pois toda essa esperança que transbordam
Consegue entrar dentro do coração dos infiéis
E lhes devolver o sorriso perdido outrora!
Demos graças por podermos presentear
Aqueles que mais amamos neste mundo
Sejam eles presentes físicos,
Sentimentos, acções ou desejos.
Obrigado por tudo aquilo que me rodeia,
Por tudo aquilo passível de ser sonhado
Obrigado pela oportunidade de festejar em família
E de sentir, mais uma vez
O poder que esta quadra tem em nós!

Um Feliz Natal!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Barreiras

Barreiras impossíveis,
Eternas e monstruosas
Me separam de algo
Que completaria o meu ser.
Creio sem dúvida alguma
Em todas as palavras que digo
Porque saem directamente do coração,
Espontâneas, sinceras, verdadeiras!
A razão, que por vezes atrapalha,
Deturpando os sentimentos e pensamentos.
Que joga sem dó nem piedade
Com aquilo que o coração quer dizer!
Mas aqui não, não vou deixar!
Barreiras que quebram a possível união...
Barreiras que poderiam fazer sonhar
Aquele que tem o defeito de não ter sonhos!
Aquele que espalha sorrisos!
Aquele que sem dúvida o faz comigo!
Aquele que me faz cair a lágrima teimosa!
Mas não de tristeza, não!
De gratidão por pertencer à minha vida.
Obrigado por seres quem és!
Por me ensinares sempre algo de bom.

Fly...

Quem me dera que o país encolhe-se!

domingo, 30 de novembro de 2008

Indiferença!

Porque olhas para mim de lado,
Com essa superioridade farsante?
Porque não és capaz de me enxergar directamente,
Sem essa cobardia invejosa e entranhada?
Consigo cheirar o teu fedor ciumento à distância
E ouvir essa voz fétida que adoece os meus ouvidos!
Não te cansas de tentar mostrar aquilo que não és?
Não és capaz de aceitar que o mundo não gira
Em torno do teu umbigo que escondes indiscretamente?
Acorda e caí ao chão...
Aprende a ver as pessoas de baixo para cima!
Aprende a ser humilde!
Não és mais que ninguém....
Pelo menos enquanto não mudares de atitude!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Sentimentos

Sinto-me bem...
Sinto-me contente...
Apesar de todo este frio
Que teima em rondar a minha vida!
Apesar de sentir falta
De tanta gente que não posso ter!
Apesar de não saber sequer
O que significa a felicidade!
Mas sinto-a...
Porque será?
Estarei diferente?
Eu...
Que sempre amaldiçoei o mundo
E aquilo que ele me oferecia
Ou obrigava a sentir ou ter.
Eu...
Que sempre emanei um certo pessimismo
Entranhado e fedorento
Que por mais limpeza que tivesse não saía!
Ignorante felicidade, será?
Creio que não...
Sei que a tenho e acredito nela.
E vejo-a...
Em cada sorriso que devolvo ao mundo!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Saio....





















Saio para a rua,
Envolta nesta capa
A que chamo: tempo.
Saio envolta em memórias,
Palavras... Actos...
Virtudes e defeitos.
Saio para nunca mais voltar,
A esta casa que renego.
Esta capa será o meu novo abrigo.
Nela me sinto segura,
Só ela me curará as feridas
Que teimam em não sarar.
Percorro silenciosamente as ruas,
Uma... Duas... Três...
Apenas com a melodia dos pensamentos
Que emergem continuamente
Sem eu dar autorização.
Tão calmo, tão assustador, tão belo!
Sinto o compasso do coração
A bater num tempo tão sincronizado,
Como se tratasse de um estranho
Que caminha lado a lado...
Comigo...
Vem coração...
Não percas as passadas efémeras...
Não percas o silêncio que quebras...
Abriga-te junto a mim,
Debaixo da mesma capa protectora.
Ela te ajudará a triunfar!