Pequenos Grandes Momentos que saiem da alma e passam para o papel.. O meu EU interior, na sua forma concretizada...
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Perguntas
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Falta de...
Palavras..
Que enaltecem a minha alma
E me levam ao paraíso
Onde tudo é perfeito
Onde reina a felicidade!
O destino cruel teima em surgir
Sem nada que possa impedir
Toda essa tristeza
Que arrasta atrás de si
Como correntes...
Correntes que me prendem
E me impedem de rasgar um sorriso
Neste rosto amargurado
Por todas aquelas pessoas
Que passam por esta vida.
Onde estará a fonte da minha felicidade,
O ponto-chave da minha paz?
Tantas opções erradas...
Más escolhas,
Ou pessoas que nos escolhem.
Feridas que abrem e perecem,
Sangrando saudade
E doendo de tristeza
Que serve de musa nestes momentos.
Saudade...
Carinho...
Afecto...
Oh Céus!
Como faz falta...
sábado, 15 de agosto de 2009
ReComeço!

Sim... Desejo ardentemente,
Conhecer-te, ouvir-te, tocar-te
Como se fosse pela primeira vez.
Termos conversas sobre o estado do tempo,
Ou sobre aquela notícia na televisão.
Despedir-me com dois beijos nas bochechas
E um sorriso nos lábios
Que afirmam a vontade de estar contigo novamente.
Após, receber a doce mensagem:
"Adorei estar contigo!"
E sorrir timidamente como criança,
Sentindo o chão a desaparecer debaixo dos pés
Fazendo sentir uma comichão na barriga.
Borboletas dizem eles...
Quero perder-me em diálogos infinitos,
Cheios de carinho e afeição.
Cada um deles mais importante que o outro.
Queria diminuir o abismo que há entre nós.
Entre tu e eu,
Para falar verdade.
Que tal...
Marcarmos um primeiro encontro?
:)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Vazio
terça-feira, 14 de julho de 2009
Erros

Dizem que só depois da perda
É que damos valor às pessoas,
E que sentimos a falta delas
Desde os simples "bons dias"
Aos eternos beijos e mimos
Que se trocam diariamente.
Dizem que não se devia fazer aos outros
Aquilo que não gostamos
Que fizessem a nós.
Mas como deveremos nós julgar
Quando nós próprios
Cometemos esse deslize?
Como poderemos corrigir uma mentira,
Uma mágoa, uma incerteza,
De alguém que não merecia
Carregar este fardo imundo?
Como poderemos nós,
Tranquilizar com a verdade,
Quando esta chega já tarde
E pode ferir mais que a mentira prévia?
Como se pode perdir perdão...
Perdão mesmo...
Não apenas o esquecimento!
Lutando? Falando? Correndo atrás?
Dúvidas... Estas dúvidas...
Tantas... E eu sem respostas.
Soluções?
Não sei se saberei alguma vez,
O resultado deste jogo.
Joguei com as regras erradas,
Andei pelos tabuleiros errados
E não consegui acabar o jogo.
E agora...
Choro...
De desgosto, tristeza, dor
E raiva... E que raiva...
Pelas minhas limitações,
Que eu própria delineei.
Só me resta recomeçar de novo,
Lançar novamente os dados
Numa nova aventura.
Toda a gente erra.
Sobressai apenas quem sai dos erros
E tenta dar a volta por cima.
Porque...
Até eu posso ser feliz!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Onde?

Que incerteza é esta que me assola
Desde aquele encontro fortuito
Naquele espaço improvisado.
Que falta de sentimentos
Que outrora me faziam rir
e provocavam a vontade de sonhar!
Sinto-me perdida no meio de um labirinto,
Sem luz ou mapa para me guiar
Para me mostrar o caminho,
Aquilo que realmente quero!
Anseio pelo tesouro que procuro,
Que me dirá quem é...
Quem és...
Quem sou...
Fecho os olhos e imagino este mundo,
Sabendo que nada me pertence,
Mas a vida não me guia para lá!
Que mais posso fazer?
Quero saber qual o meu destino,
Para onde caminho eu?
E...
Será que estarás lá?
Are you there?
Viagens... Sonhos...
Caminho maravilhada
Entre jardins e fontes
Que me fazem sorrir
E sonhar...
Oh! Como me fazem sonhar!
Pensar que tudo se move
Só para eu poder ver...
Pensar que cada folha de relva
Ou cada gota de água
está ali para que possa apreciar.
Caminho exausta pelas ruas
Guardando na memória
As belas imagens desta viagem.
Tão belas e tão fisicamente efémeras.
Descanso por fim sobre esta pedra,
Ao sabor do vento que passa
E com as pálpebras baixas
Que me transportam
para outro lugar.
Humm
Para onde irei?
Não sei...
Entre jardins e fontes
Que me fazem sorrir
E sonhar...
Oh! Como me fazem sonhar!
Pensar que tudo se move
Só para eu poder ver...
Pensar que cada folha de relva
Ou cada gota de água
está ali para que possa apreciar.
Caminho exausta pelas ruas
Guardando na memória
As belas imagens desta viagem.
Tão belas e tão fisicamente efémeras.
Descanso por fim sobre esta pedra,
Ao sabor do vento que passa
E com as pálpebras baixas
Que me transportam
para outro lugar.
Humm
Para onde irei?
Não sei...
sábado, 13 de junho de 2009
Julgamento

Espero quieta e calada
A voz que me deixa feliz
E me eleva ao sonho
Embalado de força e felicidade.
Trilho incerto que me leva
E me guia para o meu destino
Escutando com atenção
Todas as coordenadas que me dás.
Aqui…
No agora…
Um só desejo…
Um só sonho permanece latente!
Sinto falta do calor amigo
Que as ondas do mar me vão oferecendo,
E a areia vai deixando o rasto da saudade,
Que depressa tento apagar.
E…
A ilusão prende-me
E arrasta-me até aos confins do amor.
Perpétua?
Ou suspensa?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Mais um porquê!
Sonhos… desejos…
Que se transformam em punhais
E se cravam bem fundo
De tudo aquilo que queremos.
Eterno círculo destruidor
Que teima em trazer a infelicidade
Para o seio desta vida.
Céu escuro e cinzento
Que teima em se aproximar
E agredir-me com raios e trovões.
Tempestades que me assolam
E me envolvem fortemente
Prendendo-me nestas nuvens!
Renego todos os criadores
Destas devastadoras formas
Que aspiram ser algodão!
Impuro…
Algodão impuro…
Ciúme ridículo que dá força
E persistência para a profissão!
Palavras que não chegam para contar
Para mostrar a revolta e angústia
E acima de tudo,
A tristeza que cerca e aperta
A única coisa que quero partilhar.
Quando?
Onde?
Como?
E…
Com quem?
Que se transformam em punhais
E se cravam bem fundo
De tudo aquilo que queremos.
Eterno círculo destruidor
Que teima em trazer a infelicidade
Para o seio desta vida.
Céu escuro e cinzento
Que teima em se aproximar
E agredir-me com raios e trovões.
Tempestades que me assolam
E me envolvem fortemente
Prendendo-me nestas nuvens!
Renego todos os criadores
Destas devastadoras formas
Que aspiram ser algodão!
Impuro…
Algodão impuro…
Ciúme ridículo que dá força
E persistência para a profissão!
Palavras que não chegam para contar
Para mostrar a revolta e angústia
E acima de tudo,
A tristeza que cerca e aperta
A única coisa que quero partilhar.
Quando?
Onde?
Como?
E…
Com quem?
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